‘A trégua’ narra a longa e incrível viagem de volta para casa depois de ser libertado do campo de concentração nazista de Auschwitz, em 1945. O trajeto de dez meses, é contado de forma biográfica por Primo Levi, escritor italiano que sobreviveu à Segunda Grande Guerra.
Essa foi a obra que deu o suporte para que os membros do Clube do Livro Direito e Literatura refletissem sobre a vida, a morte e a luta humana para se reencontrar mesmo após tantas ruínas. A discussão ocorreu na segunda-feira (5), por meio do Google Meet.
Um dos que contribuíram com o debate organizado pela Biblioteca Geral do Judiciário, foi Jardel Ribeiro, bacharel em Direito que ocupou uma das duas vagas rotativas disponibilizadas mensalmente pelo grupo.
Segundo ele, o desejo de participar do Clube surgiu há algum tempo, ainda no seu surgimento, em 2019, quando era estagiário do Ministério Público de Alagoas (MPE/AL).
“Soube da existência do grupo em minhas visitas recorrentes ao site do TJAL e me interessei por ele porque a ideia de uma roda de conversa acerca da percepção de um livro é fascinante. Ademais, o livro escolhido para debate esse mês chamou a minha atenção, uma vez o tema já era de meu interesse há bastante tempo”, relatou Jardel.
Ainda segundo ele, a leitura de livros não jurídicos deve fazer parte da rotina de todos os operadores do Direito, área que pode ser humanizada pela Literatura.
“A leitura e o compartilhamento com o Clube instigam o pensamento crítico na atuação jurídica. Essa obra de Primo Levi transformou a minha percepção de vida enquanto pessoa e indubitavelmente enquanto profissional, visto que me permitiu refletir sobre um tema importante: a liberdade”.
Para participar do próximo encontro do Clube, que discutirá a obra Ciranda de pedra, de Lygia Fagundes Telles, entre em contato com a Biblioteca Geral do Judiciário pelo e-mail bibliotecageralesmal@gmail.com e verifique a disponibilidade de vaga rotativa.
Carolina Amancio - Esmal TJAL
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