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Notícia
Geral - 21/05/2015 - 02:05:33
Membros da CEIJ visitam casas de acolhimento institucional em Maceió
Poder Judiciário está monitorando processos de destituição familiar e de adoção em Alagoas

 Casa de adoção Rubens Colaço recebe crianças de 0 a 7 anos Casa de adoção Rubens Colaço recebe crianças de 0 a 7 anos Emanuelle Oliveira - Ascom CGJ-AL

Como parte das ações em prol do Dia Nacional da Adoção – 25 de maio – o juiz auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça, Carlos Cavalcanti, que preside a Comissão Estadual Judiciária de Adoção Internacional (Cejai) e é membro da Coordenadoria Estadual da Infância e Juventude – CEIJ, visitou esta semana a Casa de Adoção Rubens Colaço e a Casa de Passagem Feminina Luzinete Soares, localizadas no bairro da Pitanguinha, em Maceió. O secretário da Cejai e também integrante da CEIJ, Hamilton Ramos acompanhou a visita.
O objetivo das visitas, segundo o magistrado, foi estabelecer um contato maior entre o Poder Judiciário e as entidades de acolhimento institucional, monitorando os processos de destituição familiar de crianças e adolescentes, bem como os casos de adoção.
“A intenção é acelerar os procedimentos necessários para que essas crianças e adolescentes fiquem o menor tempo possível institucionalizados, voltando para a família de origem ou sendo habilitados para a adoção”, disse Cavalcanti.
Durante a visita o juiz afirmou que as casas de acolhimento possuem uma estrutura razoável para o atendimento da demanda. Ele também acompanhou a rotina das crianças e adolescentes e conheceu as equipes técnicas das respectivas instituições. “Sempre é preciso melhorar para tratar a questão não só do ponto de vista jurídico e sim, interdisciplinar, qualificando assistentes sociais, psicólogos e pedagogos para efetivar os serviços de proteção”.
A assistente social da Casa de Adoção Rubens Colaço, Rafaela de Freitas informou que das 14 crianças e adolescentes que estão no local, apenas duas se encontram aptas para serem adotadas. “Os dois meninos que esperam por uma nova família têm 14 anos e possuem problemas mentais, o que dificulta ainda mais a adoção. Os demais recebem a visita de parentes e aguardam a reinserção familiar. O caçula tem 10 meses e deverá ser habilitado para adoção, pois os pais são viciados em drogas e vivem nas ruas”, destacou.
A espera por um lar
Na Casa de Adoção Rubens Colaço, que é mantida pela Prefeitura Municipal, através da Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas) e atende crianças de 0 a 7 anos, tudo se assemelha a um lar convencional. As crianças têm horário estabelecido para se alimentar, ir à escola, realizam consultas médicas e tranquilamente, quase que sem perceber que estão longe da família natural, brincam umas com as outras e se alegram quando recebem visitas.
A maioria tem entre 4 e 7 anos e foi vítima de maus tratos e abandono por parte dos pais, encontrando nos parentes e em pessoas até então desconhecidas - funcionários e visitantes do local - amor, carinho e esperança para se sentir parte de um lar de verdade.
Há também histórias estarrecedoras de supostos abusos sexuais cometidos pelos próprios pais, como o caso de uma criança de 6 anos que precisou ser resgatada pelo Conselho Tutelar, após denúncia de vizinhos. A menina simpática e amistosa sequer percebe a gravidade da situação que vivenciou e que felizmente, não foi capaz de roubar sua inocência de criança.
“As pessoas precisam estar atentas e denunciar casos de abuso e maus tratos, principalmente contra crianças. Ela morava com o pai e por enquanto, não temos notícias da mãe nem de outros parentes. Quando o Conselho Tutelar encaminha pra cá já repassa algumas informações sobre o caso. Também conversarmos com a criança tentando saber o que aconteceu, buscando endereços de parentes”, disse Rafaela de Freitas.
Já na Casa de Passagem as sete meninas que estão abrigadas têm a partir de 6 anos. “Muitas chegam aqui por determinação judicial, pois foram vítimas de abuso sexual e violência doméstica. Elas vêm para cá e acabam ficando por muito tempo, pois o objetivo nem sempre é a adoção. Tem o caso de duas irmãs, uma de 16 anos e outra de 11, que têm planos de morar juntas em uma casa quando a mais velha completar 18 anos”, contou a psicóloga do local.


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