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Notícia
PCJE - 31/03/2026 - 11:03:19 -
Debate com jovens no TJAL destaca desafios enfrentados por mulheres no mercado profissional
Atividade do PCJE em alusão ao Mês da Mulher discutiu os desafios enfrentados pelas mulheres no mundo do trabalho

Debate no TJAL reúne estudantes para discutir desafios e oportunidades para as mulheres nas profissões. Debate no TJAL reúne estudantes para discutir desafios e oportunidades para as mulheres nas profissões. Maria Clara França

Com o objetivo de promover a reflexão sobre o papel da mulher no mercado de trabalho, o Programa Cidadania e Justiça na Escola (PCJE) promoveu, nesta segunda-feira (30), o bate-papo “Lugar de mulher é onde ela quiser – e a profissão é um desses espaços” em parceria com a Coordenadoria da Mulher do Poder Judiciário de Alagoas. A atividade foi realizada no Pleno do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL) e reuniu cerca de 250 estudantes de escolas das redes municipal e estadual.

Durante o bate-papo, foram discutidos temas como a baixa representatividade feminina em determinadas carreiras, a sobrecarga de trabalho, especialmente relacionada às funções domésticas, e a importância de promover igualdade de oportunidades de modo a evitar que esses desafios se transformem em barreiras. 

A professora e mestre em Direito, Andrea Santa Rosa, uma das mediadoras da roda de conversa, destacou a importância de abordar essas questões ainda na juventude. 

“Esses adolescentes são a nova geração. Daqui a pouco eles estarão no mercado, eles vão se deparar com essas dificuldades e serão responsáveis também por lidar com elas e por tentar vencê-las, tanto os meninos como as meninas".

Coordenadora da Mulher, a juíza Priscilla Cavalcante ressaltou que, com debates como esse, é possível romper paradigmas: "Por meio desse diálogo, a gente tem esse objetivo de quebrar alguns padrões, alguns conceitos prévios e de ampliar os horizontes".

Estudantes participaram ativamente do debate, compartilhando opiniões e experiências sobre igualdade de gênero. Foto: Artur Henrique - Ascom/Esmal

Para a coordenadora do PCJE, a juíza Nathalya Ataíde, os entraves que existem na participação feminina em determinadas carreiras ainda está diretamente ligada à sobrecarga do trabalho doméstico.

"Conseguimos ouvir a perspectiva dos alunos. O PCJE acredita que é na conversa e no debate que a gente consegue gerar conscientização nesses estudantes”, destacou a magistrada. Segundo ela, esse será o foco das demais palestras ao longo de 2026.

Igualdade de gênero e aproximação com o Judiciário

Durante a atividade, os estudantes também tiveram espaço para compartilhar percepções, dúvidas e experiências, o que tornou o diálogo mais próximo e participativo.

Anne Kamile, de 16 anos, aluna do 9º ano da Escola João Sampaio, avaliou o encontro como um momento de aprendizado e reflexão sobre a igualdade de gênero.

“A palestra mostrou que as mulheres não devem se sentir inferiores nem ser submissas aos homens. Acho que esse tipo de debate deveria acontecer mais vezes”, afirmou a estudante.

A psicóloga da Escola João Sampaio, Ana Patrícia, considerou o momento importante, principalmente por levar assuntos do Poder Judiciário para os estudantes.

"Esses momentos são ricos porque também trazem uma aproximação do Judiciário com a escola. Ele desmistifica a questão do poder. Os alunos interagiram muito bem, tiraram dúvidas, participaram. Foi muito enriquecedor", disse a psicóloga.

Participaram do encontro alunos das escolas municipais Pompeu Sarmento, João Sampaio e Silvestre Péricles, além das escolas estaduais Edson Bernardes, Mário Broad e Cyro Accyoli.

Maria Clara França - Ascom/Esmal

imprensa@tjal.jus.br


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