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Notícia
Coronavírus - 25/06/2020 - 05:06:17
Empoderamento e atenção com os filhos das vítimas são algumas das ações de combate à violência doméstica
Em live, magistradas Carolina Valões e Marcella Garcia relatam como essas medidas tem ajudado mulheres a seguirem em frente e ainda conscientizado os agressores

Live está disponível no perfil @tjal.oficial no Instagram. Arte: Caio Loureiro Live está disponível no perfil @tjal.oficial no Instagram. Arte: Caio Loureiro

Empoderamento feminino e cuidados com os filhos das vítimas por meio das ações do Poder Judiciário foram alguns dos destaques da live realizada, nesta quinta-feira (25), com as juízas Carolina Valões e Marcella Garcia, da Coordenadoria da Mulher do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL). Conduzida pela repórter Mara Almeida, a live também contou com a participação da professora e mediadora do Cejusc de Violência Doméstica, Marizângela Melo.

A juíza Carolina Valões falou sobre o trabalho desenvolvido pela Justiça Restaurativa e destacou que o objetivo não é restaurar o relacionamento entre a vítima e o agressor, mas sim conscientizar o agressor do que ele cometeu e empoderar a vítima para reconhecer relacionamentos abusivos e evitá-los.

''Muitos dos agressores sequer se reconhecem como agressores. E para a justiça criminal pouco importa se ele se reconhece ou não. O juiz criminal não trabalha visando despertar a consciência do agressor, ele vai aplicar a pena. Já na Justiça Restaurativa há essa conscientização sobre o ato criminoso, esperando que não haja reiteração de condutas criminosas, mesmo que cada um siga seu caminho'', explicou a magistrada.

Os cuidados do Judiciário de Alagoas com a família da vítima por meio do projeto Filhos de Maria foram explicados pela magistrada Marcella Pontes Garcia, que destacou que a mulher se sente empoderada quando percebe que ela e seus filhos são valorizados pelo poder público.

''O projeto Filhos de Maria surgiu como complementação da Justiça Restaurativa. O objetivo é cuidar da família como um todo.  Nós, como juízes, sentimos na pele que a sanção em si não é suficiente e o meu orgulho é que o TJAL amplia esse processo. Nós escutamos a vítima, cuidamos dela e dos filhos que muitas vezes sofrem em silêncio com a situação'', revelou a magistrada

Idealizado pelo juiz José Miranda, auxiliar do Juizado de Violência Doméstica contra a Mulher da Capital, iniciado no primeiro semestre de 2019, o projeto oferece, em parceria com a Unit, acompanhamento psicológico, de odontologia, fisioterapia, nutrição, ginecologia, entre outros. Em alguns casos, há ainda encaminhamento para cursos profissionalizantes.

Já a professora e mediadora do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) de Violência Doméstica, Marizângela Melo, contou que enquanto o processo criminal está em tramitação no Juizado, questões cíveis referentes àquela vítima e seu agressor, como divórcio, pensão e divisão de bens, por exemplo, podem ser resolvidas no centro de maneira mais rápida e com todos os cuidados para que a mulher não seja revitimizada. 

''Esse Cejusc não tem correlação com o crime, são discutidas as matérias civis, direitos disponíveis. A ideia é dar celeridade e efetividade para as pessoas que buscam'', comentou.

Confira a live na íntegra no feed do perfil @tjal.oficial no Instagram.


Robertta Farias - Dicom TJAL
imprensa@tjal.jus.br



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