Representantes do Fundo Especial de Modernização do Poder Judiciário (Funjuris) estiveram reunidos com o corregedor-geral da Justiça, desembargador Fernando Tourinho, a juíza Lorena Sotto-Mayor, e servidores da Corregedoria Geral, na manhã desta quinta-feira (25), para avaliar maneiras de melhorar a arrecadação do Poder Judiciário alagoano.
O desembargador corregedor marcou essa reunião com todos que compõem o Funjuris e nós viemos aqui pedir o apoio dele para que, através da Corregedoria, possamos incrementar ainda mais a arrecadação. Foi muito positiva a reunião. Cada vez mais a gente precisa evitar que o dinheiro que pertence ao Poder Judiciário seja cobrado. Nós devemos prestar sempre o melhor serviço e, para isso, nós temos que arrecadar para investir na modernização, afirma o presidente do Funjuris, juiz Maurício Brêda.
O corregedor-geral, desembargador Fernando Tourinho, reforçou que o encontro trouxe pontos importantes e que alguns deles já foram encaminhados. Ele destacou a importância do diálogo para estabelecer metas.
Em relação a arrecadação das custas judiciais, a gente está pensando em ampliar o setor da contadoria da Capital para que ela tenha musculatura e atenda toda a demanda de Alagoas. A evasão de receita é muito grande, principalmente no interior do Estado, onde não tem uma contadoria. Além disso, estamos avaliando a contratação de novos servidores para dar suporte à contadoria. Quanto ao extrajudicial, estamos amadurecendo o debate para deixar claro o que pode e o que não pode, para que tanto os cartórios possam se adequar ao regramento, quanto o Funjuris e a Corregedoria, ressaltou.
Para a servidora do setor de Contadoria Judicial da Capital, Kerlla Gonzaga, a reunião apontou para benefícios que podem abranger todo o Estado.
Um dos intuitos foi de verificar a possibilidade de unificar o setor de custas, uma vez que, atualmente, a contadoria da capital só elabora os cálculos de Maceió. Nesse quesito, o foco foi tentar ampliar isso para abranger todos os processos de Alagoas. Hoje a gente deu um grande passo que foi ver a possibilidade desse processo realmente acontecer. Agora, é montar essa estrutura e ter pessoas capacitadas para realizar esse trabalho, comentou.
Victor Lima - Ascom CGJ/AL
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