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Notícia
Geral - 25/05/2017 - 07:05:25
Pais relatam experiências de adoção durante encontro no TJ/AL
'Adotar é como engravidar; o que vier nós vamos amar', disse Scotney Lima durante seu depoimento

Scotney Lima e Anunciano Lima contam a experiência de ter o Carlos Davy na família. Scotney Lima e Anunciano Lima contam a experiência de ter o Carlos Davy na família.

    Após dois anos e oito meses inscritos no Cadastro Nacional de Adoção, Scotney Alvez Lima, de 31 anos, e Anunciano Bernardo Lima, de 44 anos, finalmente puderam levar para casa seu filho. Carlos Davy nasceu prematuro, com hidrocefalia, e estava internado no Hospital Universitário para tratamento médico quando foi apresentado ao casal. Essa história foi uma das contadas aos participantes do 7º Encontro Estadual de Adoção, realizado nesta quinta-feira (25), no Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL).

    “Muitos casais héteros nos chamaram de loucos por estarmos adotando uma criança com hidrocefalia e problemas neurológicos. Se amar é loucura, nós devemos ser internados, porque somos loucos pelo Davy. O erro de muitos que estão no cadastro de adoção é escolher demais, escolher a cor do cabelo, que não tenham doenças. Adotar é como engravidar, o que vier nós vamos amar”, disse Scotney Lima durante seu depoimento no encontro.

    Ansiosos pela chegada de uma criança na família, o casal já tinha comprado enxoval completo para uma menina, mas não hesitaram em trocar tudo para adotar o Carlos Davy, que já tinha sido rejeitado por casais héteros que também estavam no cadastro.

    “Antes eu não era uma pessoa arengueira, me tornei, tive que aprender a lutar, brigar para manter meu filho vivo. Hoje não tenho medo de viver, Davy me ensinou a viver, a lutar pelos nossos direitos. Ele nos prepara para a vida. Vocês estão vendo o Davy com cinco anos, vencendo suas limitações, e espero que possam vê-lo daqui a 15, 20 anos com saúde. Hoje eu só tenho a agradecer À 28ª Vara por me permitir ser o pai do Davy”, disse Anunciano.

Adoção sem planejar

    “A adoção aconteceu na minha vida sem eu planejar. A minha mãe era voluntária em um abrigo e nas visitas conheci a Sarah. A partir daí surgiu um amor incontrolável, acho que foi paixão à primeira vista, e foi aí que resolvi adotar ela, por amor. Ela representa a razão da minha vida, tudo na minha vida é dedicado a ela”, disse Mariana Toledo, que hoje atua como advogada do Lar de Amparo à Criança para Adoção (Laca).

    Participando do evento, Mariana contou que, após a adoção, se formou em Direito e desde então atua na área, orientando os interessados a procurarem se informar sobre os procedimentos para uma adoção legal. Ela também destacou a importância de cada passo da adoção.

    “Hoje atuando com a adoção, compreendo a necessidade dessa burocracia. Cada etapa do processo de adoção é extremamente importante até para criar uma certeza nas pessoas de que elas estão fazendo a coisa certa, de que têm realmente essa vontade e depois não vão desistir. Eu acho a burocracia necessária, a questão da demora depende muito de todas as pessoas que atuam no processo e é por isso que estamos aqui para buscar meios de ajudar a resolver isso com mais agilidade”, disse.


Mariana Toledo contou que a adoção aconteceu em sua vida sem planejar

Adoção por opção

    A fisioterapeuta e professora universitária Ticiane Leal Leite Buarque, de 37 anos, inscrita no Cadastro Nacional de Adoção com seu marido desde outubro de 2016, decidiu que seria mãe por meio da adoção. Casada há mais de dez anos, e após anos de dedicação à carreira profissional, ela e o marido decidiram que estava na hora de aumentar a família.

    “Cada um vê a forma que se adequa a esse aumento. Existe a possibilidade biológica e existe também a oportunidade de você criar vínculos pela adoção. Então no caso, eu e meu marido tomamos essa decisão. Sempre tive o desejo de aumentar a família da forma da adoção e não da biológica. Então, eu posso ter filhos e optei por tê-los de forma adotiva”, disse.

    A professora destacou ainda que sua opção não deveria ser vista com surpresa pela sociedade. “Da mesma forma que é muito tranquilo uma mulher querer engravidar, é muito tranquilo eu querer adotar. Precisamos ver isso com a mesma naturalidade, não como algo fantástico, caridoso ou corajoso, é só uma forma de você querer ser mãe”.

    Ticiane Leal contou também que, quando decidiu adotar, ela e o marido procuraram conhecer todo o processo da adoção legal. “Até você entrar nesse 'know how', você pensa que é só pegar uma criança do interior. Adotar se não for da forma judicial é crime e nós precisamos saber disso, porque as pessoas vão lhe oferecer crianças, principalmente por sermos profissionais de saúde”.

    O casal também foge do perfil de adotantes por optarem adotar grupo de irmãos, com ou sem patologias tratáveis, sem preferência de cor, com até cinco anos de idade.

Robertta Farias – Dicom TJ/AL
imprensa@tjal.jus.br – (82) 4009-3240 / 3141


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